22 de junho de 2009

Vermelhas eram as rosas

Vermelhas eram as rosas, meu amor
E longa era a carta de despedida.

Palavras de saudade e de dor,
Fragmentos de uma vida perdida

Negras foram as horas de amargura
Deixas-me para sempre, eu sei.

Do retrato,apenas restou a moldura
A nossa fotografia te deixei.

Brilhantes são tuas lágrimas agora
Chegou o momento de partir.

Imploro para que não vás embora
Em silêncio, pois sei que tens de ir.



Creative Commons License

2 comentários:

A Coração disse...

Uma deliciosa mistura de sentidos.

Celia disse...

Que poema lindo :(

gostei da sua simplicidade, quando se gosta realmente, ou se simplifica, ou se complica demasiado.

o nível intermédio é o cliché.

Andar para a frente... é que às vezes o caminho não parece ser para a frente...