Entreguemo-nos à morte, sem veleidades. O Mundo está perdido, e nós somos os obreiros disso. Infames e ímpios, cegados pela nossa arrogância e impetuosidade, fomos incapazes de perceber a dádiva que nos precede e permite a nossa existencia. Ignorámos o rufar dos tambores, os gritos esganiçados, as mãos estendidas e os choros exacerbados. Ofuscados pela incandescência das nossas fontes luminosas, os deuses deturpados dos nossos tempos, perdemos a centelha da verdadeira Luz, que nos iluminava o espirito.
Nietsche tinha razão: "a esperança é o derradeiro mal; é o pior dos males, porquanto prolonga o tormento" e leva ao fragmentar da alma.
Viva! Exaltemos as virtudes de uma morte lenta e decadente! Exaltemos as injusticas, as desigualdades e as hipocrisias! Nada! E o que nos resta, o que somos: Nada! Um grão de areia na imensidão do deserto...
Nietsche tinha razão: "a esperança é o derradeiro mal; é o pior dos males, porquanto prolonga o tormento" e leva ao fragmentar da alma.
Viva! Exaltemos as virtudes de uma morte lenta e decadente! Exaltemos as injusticas, as desigualdades e as hipocrisias! Nada! E o que nos resta, o que somos: Nada! Um grão de areia na imensidão do deserto...

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